Nao vale a pena ter amigo secreto


Festas de casamentos são cansativas, e na minha visao, estão empoeiradas de com morais de outrora.

Uma moca convidou a minha mae para um chá de bebe (uma merda piorada) que coincida com um casamento que ela também deveria ir. Já que ia também, ela se solidarizou com sua companheira de trabalho e foi na maldito chá de bebe. O convite estava quase que claro, era para apenas ganhar dela um bom presente para o bebe. Voce entende mais tarde porque certas pessoas nao estao nas bocas. QUEM sao elas pra sair s usando a lei de gerson com aquela cara, parece qe nao tem espelho emcasa?

Esse tipo ignóbil de mulheres (no caso eram mulheres), que foram concegarota comendo coelhinhobidas por um modo industrial e maquinal. Mocas que não tinham bicicleta e logo ANSIAVAM pela carteira de habilitação; comiam muitos, muitos doces e paes, se preferível com o selo McD’s. Eram bastante fas do estilo norte americano de vida e de consumo, volte e meia estavam no shopping ou enterradas nos seus quartos prisioneiras desses estilo de vida que as inibe de circularem no seu próprio bairro a pé. Deu pra sacar como que elas estavam com 17 & 18 anos de idade, estavam bem mais acima do peso e fora da estética glorificada pelas bandeiras que defendiam.

Só a sofisticação salva.

Hoje voce abre o seus pensamentos e esses são acessados a centenas ou milhões de pessoas. Antes uma palavra no bar, no convívio da sua sala de estar era ouvido por 3 gatos pingados, em casos populares não mais que umas 12 pessoas. Transcrevemos o que passa pela nossa caixola diariamente, a internet nos convida a isso sem precisar qualquer perigo. Esses transcritos são repassados com facilidade e arquivados. O salva-guarda é que eles podem ser editados. Os papos de outrora desmanchavam com o fim de cada evento.

Nesse mês de outubro eu me lembrei que eu tinha um camarada machista. Evitei tanto as meninas acima descritas e acabei conhecendo o outro mundo, o masculino, muito igual apesar da extensa vantagem de sair da bolha ou se comunicar com quem quiser. Em fim, numa rápida passada pelos seus posts, motivada pela moda dessa primavera brasileira, tive que pescar o que esse sujeito já deixou para o mundo:

– Sentir pena de alguém é terrível. Só não é pior que sentir pena de si mesmo. – (aperta na tecla “erggg” contra essa apelação populista).

– Acho que sentir pena de alguém é empatia. Podendo, não fazer nada pela pessoa é que é terrível.

– Você não estaria confundindo pena com compaixão? Pena pra mim é pejorativo. – Rebatida pelo autor da frase. – o sujeitinho tenta se impor.

– Hmmmm… “possa sê”… Mas a fronteira é tênue. E algumas vezes quem não sente nenhuma das duas por nenhum ser humano usa palavras muito parecidas com as vossas, daí a minha confusão. – Aluizio Kanter

O Kanter foi um cara sofisticado.

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Publicado por: This Leksus

Naturalmente carioca da gema. Levantei a bandeira da união dos estudantes em 1990. Depois que vi que a bandeira era tipo lilás, caí fora, mas mantive contatos do setor cultural aonde fui a curadora por 2 anos seguidos no periódico e da rádio interna. Essa mídia chegava à 2000 estudantes em 1992. Participei de cursos de pintura abstrata com Mollica (1947-2013) e desenho Modelo Vivo com Giancarlo Bonfanti na Escola de Artes Visuais do Parque Laje de 1987-1992 e em outros institutos de arte. Estudei na USU, UERJ & UFRJ, arquitetura e urbanismo, Educação artística & Figurino respectivamente. Meu primeiro projeto foi a fonte do Banco do Brasil com seu logotipo, nas dependências da Agencia I do Banco no Rio de Janeiro. Em 1995, cursei por um breve período a Escola Politécnica de Lisboa, aonde desenvolvi uma tese sobre o Manuelino. Muitas descobertas, e não parei de fazer cursos extras em outras grandes universidades cariocas. Senai Cetiqt, Universidade Candido Mendes, UIS (Noruega). Trabalhei com Alexandre Hercovich para Semana da Moda no Rio em 1997. Nos anos seguintes criei o cenário e costumes para a peça Frida Kahlo no Teatro do Museu do Catete. Nessa época comecei a trabalhar como Dj e me destaquei na área até 2010, quando decidi encerrar essa atividade e me dedicar a gravura & tradução. A partir de 2005, anualmente, faço instalações e exibições de pinturas, desenhos, edições de livros, mosaicos e gravuras. Em 2010 comecei a me infiltrar na área de tradução e interpretação, também como uma ação social. O que faz voltar intensamente para escrita e leitura, e me dispersar pra outras línguas, como dinamarquês, francês, italiano & espanhol.

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