Nao vale a pena ter amigo secreto


Festas de casamentos são cansativas, e na minha visao, estão empoeiradas de morais d’outrora. Morais doutrora vem sido revisadas e mais e mais descobrimos que não dão em nada…

Uma moca convidou a minha mae para um chá de bebe (uma merda piorada) que coincidia com um casamento que também fora convidada. Mas ela se solidarizou com sua colega de trabalho e foi na maldito chá de bebe. O convite estava quase que claro, era para apenas ganhar dela um bom presente.

Um tipo ignóbil de mulheres que povoam certos ambientes do qual se usa 1/3 da sua vida. Voce nao precisa extender esse tempo com pessoas desfavoraveis, acredite! Ninguém está pedindo pra trata ninguém mal mesmo que se confunda essas acoes como: (não desenvolver laços sociais = ser um completo canalha) muito pelo contrário,, se deixa o espaço livre pra as pessoas procurarem suas turmas.

Essa mocas que menciono parecem que foram concegarota comendo coelhinhobidas por um modo industrial e maquinal. Sao bastante fas do estilo norte americano de vida e de consumo, volte e meia estão no shopping ou enterradas nos seus quartos prisioneiras desses estilo de vida que as inibe de circularem no seu próprio bairro a pé.

Só a sofisticação salva.

Minha maneira favorita de achar amizades quando alguém que eu não conheço escreve/fala algo que bate com as minhas idéias e quero me aproximar dessa gente. Suas palavras os recomendam. Minha maneira preferida de riscar a pessoa do mapa é a mesma.

Hoje voce abre o seus pensamentos e esses são acessados a centenas ou milhões de pessoas. Antes uma palavra no bar, no convívio da sua sala de estar era ouvido por 3 gatos pingados. Transcrevemos o que passa pela nossa caixola diariamente, a internet nos convida a isso sem precisar qualquer perigo. Esses transcritos são repassados com facilidade e arquivados. O salva-guarda é que eles podem ser editados. Os papos antigamente desmanchavam com o fim de cada evento.

Nesse mês de outubro eu me lembrei que eu tinha um camarada machista. Evitei tanto as meninas acima descritas e acabei conhecendo o outro mundo, o masculino, muito igual apesar da extensa vantagem de sair da bolha ou se comunicar com quem quiser. Em fim, numa rápida visita a internet, motivada pela moda dessa primavera brasileira, tive que pescar o que esse sujeito já deixou para o mundo:

– Sentir pena de alguém é terrível. Só não é pior que sentir pena de si mesmo. – (aperta na tecla “erggg” contra essa apelação populista).

– Acho que sentir pena de alguém é empatia. Podendo, não fazer nada pela pessoa é que é terrível.

– Você não estaria confundindo pena com compaixão? Pena pra mim é pejorativo. – Rebatida pelo autor da frase. – o sujeitinho tenta se impor.

– Hmmmm… “possa sê”… Mas a fronteira é tênue. E algumas vezes quem não sente nenhuma das duas por nenhum ser humano usa palavras muito parecidas com as vossas, daí a minha confusão. – Aluizio Kanter

O Kanter foi um cara sofisticado.

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Publicado por: This Leksus

Naturalmente carioca da gema. Levantei a bandeira da união dos estudantes em 1990, mantive contatos do setor cultural aonde fui a curadora por 2 anos seguidos no periódico e da rádio interna. Essa mídia chegava à 2000 estudantes em 1992. Participei de cursos de pintura abstrata com Mollica (1947-2013) e desenho de Modelo Vivo com Giancarlo Bonfanti na Escola de Artes Visuais do Parque Laje de 1987-1992 e em outros institutos de arte. Estudei na USU, UERJ & UFRJ, arquitetura e urbanismo, Educação artística & Figurino respectivamente. Meu primeiro projeto foi a fonte do Banco do Brasil com seu logotipo, nas dependências da Agencia I do Banco no Rio de Janeiro. Em 1995, cursei por um breve período a Escola Politécnica de Lisboa, aonde desenvolvi uma tese sobre o Manuelino. Muitas descobertas, e não parei de fazer cursos extras em outras grandes universidades cariocas. Senai Cetiqt, Universidade Candido Mendes, UIS (Noruega). Trabalhei com Alexandre Hercovich para Semana da Moda no Rio em 1997. Nos anos seguintes criei o cenário e costumes para a peça Frida Kahlo no Teatro do Museu do Catete. Nessa época comecei a trabalhar como Dj e me destaquei na área até 2010, quando decidi encerrar essa atividade e me dedicar a gravura & tradução. A partir de 2005, anualmente, faço instalações e exibições de pinturas, desenhos, edições de livros, mosaicos e gravuras. Em 2010 comecei a me infiltrar na área de tradução e interpretação, também como uma ação social. O que faz voltar intensamente para escrita e leitura, e me dispersar pra outras línguas, como dinamarquês, francês, italiano & espanhol.

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