O filho esquecido de Marilyn


Hoje, terça-feira, segunda semana de janeiro 2011, eu li sobre Norma Jean Baker. De domingo para segunda-feira à noite eu sonhei com Marilyn Monroe. Eu sei, todos os sonhos parecem ser estranhos, desta vez o sonho que deveria se fazer estranho soa como um trama coerente e viva e os aspectos da história dão pilha pra serem investigados.

Marilyn Monroe married James Dougherty at the age of 16 on 19 july 1942
Norma Jean no dia do seu casamento com James Dougherty em 19 de julho de 1942. Ela tinha apenas 16 anos.

Eu não havia sonhado sobre mim mesma ou o que eu vivi durante o dia. No fim de semana anterior eu passei um tempo glorioso com alguns amigos na minha própria exposição de pinturas & mosaicos em Sandnes Brygge.

Nenhum dos programas televisivos de domingo a noite remotamente mencionaram Marilyn Monroe, Cuba, anos 50, romance latino, mães e netos. O que aconteceu foi que quando eu acordei eu podia lembrar do sonho muito claramente, mas nenhum dos filmes que eu havia visto. E como eu posso enfatizar isso com vocês leitores do que havia sido exibido na TV? Eu verifiquei-os no jornal da semana passada ainda perdido no bolo de revistas.

O enredo do sonho: eu assistia eu um documentário sobre Norma Jean Baker. Este documentário envolvia seu filho desaparecido e um romance com um ator mexicano. Isso era entre os anos de 1947 ou 1951. Ela aparentemente não queria ter o filho, mas seu marido, católico, a convenceu de ter a criança no México. Não deixa-se claro se eles se casaram, porém viviam juntos, brigavam, especialmente no México, onde ele bebia. Parecia que eles viviam muito próximos da mãe desse cara, na verdade, ela foi quem cuidou da modelo e do bebê. Logo ela, a Norma Jean, encontra-se farta dos seus deveres de mãe, deixa o bebê com sua sogra. A maioria dos fatos foram narrados e mostrava-se fotos e filmes nesse meu sonho como num filme mesmo.

norma-jeane-baker
Com familiares do marido

Uma grande parte do sonho é o ano de 1957, que mostra um grande navio indo para Cuba, há um garoto moreno e uma senhora, potencialmete sua avó no tombadilho se despedindo do Mexico. A avó era uma cubana. Nao sei exatamente como aparece isso no meu sonho, se é o narrador que diz ou ela mesmo conta ao menino. É como já fosse fato. Nao saberia identificar diferencas entre o espanhol falado em Cuba, Mexico, Espanha ou mesmo na Argentina.

Diego-Rivera-
Diego Rivera

Depois aparece no sonho, um cara gordo com barba suja com uma blusa fina azul, um tipo de Diego Rivera, com um pouco de cabelo longo. Eu poderia dizer se este é o amante de Marilyn, um pouco mais velho ou a criança já como um adulto.

Todo o tempo, Norma Jean não era loira, tinha seu cabelo natural castanho acaju claro, um vestido estampado de flores curvelineo, típica da década de 40. O sonho todo era praticamente em preto e branco. Relances de tons dourados e avermelhados enfatisando o calor subtropical.

Anúncios

Publicado por: This Leksus

Naturalmente carioca da gema. Levantei a bandeira da união dos estudantes em 1990. Depois que vi que a bandeira era tipo lilás, caí fora, mas mantive contatos do setor cultural aonde fui a curadora por 2 anos seguidos no periódico e da rádio interna. Essa mídia chegava à 2000 estudantes em 1992. Participei de cursos de pintura abstrata com Mollica (1947-2013) e desenho Modelo Vivo com Giancarlo Bonfanti na Escola de Artes Visuais do Parque Laje de 1987-1992 e em outros institutos de arte. Estudei na USU, UERJ & UFRJ, arquitetura e urbanismo, Educação artística & Figurino respectivamente. Meu primeiro projeto foi a fonte do Banco do Brasil com seu logotipo, nas dependências da Agencia I do Banco no Rio de Janeiro. Em 1995, cursei por um breve período a Escola Politécnica de Lisboa, aonde desenvolvi uma tese sobre o Manuelino. Muitas descobertas, e não parei de fazer cursos extras em outras grandes universidades cariocas. Senai Cetiqt, Universidade Candido Mendes, UIS (Noruega). Trabalhei com Alexandre Hercovich para Semana da Moda no Rio em 1997. Nos anos seguintes criei o cenário e costumes para a peça Frida Kahlo no Teatro do Museu do Catete. Nessa época comecei a trabalhar como Dj e me destaquei na área até 2010, quando decidi encerrar essa atividade e me dedicar a gravura & tradução. A partir de 2005, anualmente, faço instalações e exibições de pinturas, desenhos, edições de livros, mosaicos e gravuras. Em 2010 comecei a me infiltrar na área de tradução e interpretação, também como uma ação social. O que faz voltar intensamente para escrita e leitura, e me dispersar pra outras línguas, como dinamarquês, francês, italiano & espanhol.

Categorias diário, sonhoTags, , , , , , , , , , , , , , , , , , , 1 comentário

Um comentário sobre “O filho esquecido de Marilyn”

Qual seria a sua perspectiva sobre esse assunto?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s